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07/05/17 |

6ª Mostra Cantautores

Cantautores (155)

Pela primeira vez o Teatro Bradesco do Centro Cultural Minas Tênis Clube recebeu shows da Mostra Cantautores. A 6ª edição do projeto que visa é um encontro intimista de criadores da canção atual e tem por conceito-base a realização de apresentações solo, teve em seu show inicial as vozes de Jennifer Souza, Vitor Ramil, LG Lopes e Chico César. Confira as fotos aqui.

Com objetivo de mostrar o trabalho do cantor que também compõe e mostra para o público seu pensamento por meio da poesia dentro da música, os shows apresentados no Teatro Bradesco, como em todos da mostra, são em formato reduzido somente com a voz e um instrumento. No caso do show de abertura foi acompanhado do violão.

Na apresentação das 18h, Jennifer Souza, que fez a abertura do show de Vitor Ramil, cantou composições próprias e parcerias. Em seguida entregou o palco para o gaúcho Vitor Ramil que cantou uma parceria com Jorge Drexler, “12 Segundos de Oscuridad”, e canções dele gravadas por Milton Nascimento, Maria Rita, Jorge Drexler, Ney Matogrosso e Fito Paez.

Às 21h subiu ao palco o cantor e compositor LG Lopes, que além da carreira solo é integrante do grupo Graveola. O show de LG iniciou com a sua parceria com a cantora e compositora Luiza Brina, “Fazedor de rios”. Em seguida o cantor cedeu o palco para o paraibano Chico César. Logo no início da apresentação o artista cantou a canção, “Beraderô”, dele, à capela. Durante toda a apresentação Chico contou casos e arrancou gargalhadas do público quando contou sua teoria juntamente com Marcelo Jeneci de que “não existe homem feio, existe homem que não gravou disco, porque no palco todo mundo acha a gente lindo, lava roupa toda, paga casa e comida”, contou.

Chico César fez uma bela ode às mulheres dizendo que toda sua inspiração vem das mulheres, “desde minha mãe, minhas tias, minas irmãs, freiras alemãs do colégio que estudei. Todas essas mulheres são minha inspiração e me ensinaram tanto”, afirmou. Em seguida o músico chamou no palco as meninas do coletivo de BH NEGRA, que cantam canções próprias numa linguagem que mistura violino e o tambor de Minas.

Os shows de abertura da 6ª Mostra Cantautores foi um sucesso de público, o Teatro Bradesco estava com lotação esgotada, e de beleza. Uma ode à música feita com o coração

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